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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

5 - Nostalgiando








Enquanto o carnaval não chega, seguimos nesta pré-temporada 2009.

Utilizando-me da pouco conhecida Wikipédia:

Jingle - Jingle é uma mensagem publicitária musicada e elaborada com um refrão simples e de curta duração, a fim de ser lembrado com facilidade. Música feita exclusivamente para um produto ou empresa. Um jingle é um slogan memorável, feito com uma melodia cativante, transmitido em rádio e, algumas vezes, em comerciais de televisão. Um jingle eficiente é feito para "prender" na memória das pessoas. Por isso é tão comum que as pessoas lembrem de jingles que não são mais transmitidos há décadas.

Pois assim passaram em nossas vidas e muitos ficaram gravados em nossa memória para sempre, ou não? Eu me lembro de vários, abaixo vai uma lista de alguns que sempre me lembro:

1963 - Casas Pernambucanas: "Toc, toc, toc,toc... Quem bate? É o Frioooo! Não adianta bater, eu não deixo você entrar. As Casas Pernambucas é que vão aquecer o meu lar. Vou comprar flanelas, lãs e cobertores eu vou comprar. Nas Casas Pernambucanas e nem vou sentir o inverno passar"

1978 - Café Seleto: "Depois de um sonho bom, a gente levanta, toma aquele banho, escova o dentinho. Na hora de tomar café, é o café Seleto, que a mamãe prepara, com todo carinho. Café Seleto tem, sabor delicioso, cafézinho gostoso. É o café Seleto, café Seleto, café Seleto."

1978 - Duchas Corona: "Apanha um sabonete, pego uma canção e vou cantando sorridente. Duchas Corona, um banho de alegria num mundo de água quente. Apanha um sabonete, abro a torneira derrepente a gente sente, duchas Corona, um banho de alegria num mundo de água quente. Apanha um sabonete, é duchas corona dando banho em tanta gente, duchas Corona, um banho de alegria num mundo de água quente."

1982 - Mappin: "Mappin, venha correndo, Mappin, chegou a hora, Mappin, é a liquidação. Mappin, tem tudo aqui no Mappin, muitos descontos, Mappin, é a liquidação. Mappin, venha correndo, Mappin, chegou a hora, Mappin, é a liquidação. Liquidação no Mappin."

1984 - Doriana: "Quem é que acorda todo dia bem cedinho e faz tudo com carinho pra você despertar. Põe a mesa, faz o lanche e o cafézinho e ainda sobra tempo pra de todos cuidar. Quem é que faz tudo com amor? E põe na mesa o melhor sabor. Aqui tem Doriana, agente logo vê e os elogios são todos pra você, com Doriana, o sabor que a gente logo vê, é Doriana, os elogios são pra você."

1985 - Bamerindus: "O tempo passa, o tempo voa. E a poupança Bamerindus continua numa boa, é caderneta Bamerindus"

1987 - Estrela: "A estrela é nossa companheira, nossa brincadeira, nossa diversão. A estrela entende a gente, tras sempre pra gente uma nova invensão. Todo segredo, de um brinquedo, vive na nossa emoção. Toda criança, tem uma Estrela, dentro do coração. Meu Querido Poney, Sapeca e Bambina, Moranguinho e sua coleção. Ponte Car kork, Comandos em Ação, Jogo da Operação, Pimenta e Lig, Escolinha da Moda, Chuquinha, Trombada e Dragão. E os Super Powers protegem a Barbie a estrela da constelação. Todo segredo de um brinquedo, vive na nossa emoção, toda criança tem uma estrela, dentro do coração. A Estrela estrelando, brincando com a gente, e a gente brincando feliz. A vida é um sonho, e o sonho é da gente, criança estrelando feliz. Todo segredo de um brinquedo, vive na nossa emoção. Toda criança tem uma estrela, dentro do coração. Toda criança tem uma estrela, dentro do coração"

1988 - Danoninho: "Dá Danoninho dá. Me dá Danoninho, Danoninho já. Danoninho dá, Danoninho dá. Toda proteína que eu vou precisar, já já. Me dá, me dá, me dá. Me dá Danoninho, Danoninho já. Me dá Danoninho, Danoninho dá. Cálcio e vitamina pra gente brincar. Me dá. Lipídios, glicídios, protídeos, Cálcio, Ferro, Fósforo, Vitamina A. Me dá mais saúde, mais inteligência. Me dá Danoninho, Danoninho já. Me dá."

1991 - Guaraná Antartica: "Pipoca na panela. Começa a arrebentar. Pipoca com sal, que sede que dá. Pipoca e guaraná, que programa legal. Só eu e você. E sempre no ar, que tal? Eu quero ver pipoca pular, pipoca com guaraná. Eu quero ver pipoca pular, pipoca com guaraná. Eu quero ver pipoca pular, pular. Sou louca por pipoca e guaraná. Guaraná"

1993 - Arapuã: "Quem é? Arapuã! Que te cobre de beijos? Arapuã! Satisfaz seus desejos? Arapuã! E que muito lhe quer. Arapuã! Quem é? Arapuã! Que esforços não nega, Arapuã! Quando você me pede, Arapuã! Uma coisa qualquer. Arapuã! Arapuã! Quem é? Arapuã! Que te cobre de beijos? Arapuã! Satisfaz seus desejos? Arapuã! E que muito lhe quer. Arapuã! Ligadona em você!!"

1998 - Coca-Cola: "O Natal vem vindo… Vem vindo o Natal… O Natal vem vindo… Vem vindo o Natal… O Natal vem vindo… Vem vindo o Natal… Comemore esta festa… O Natal… Está chegando… Chegando… Chegando naquela cidade… Sempre Coca-Cola… Na sua cidade… É mágica… Na noite… Muitas luzes… Brilham!… Brilham no ar… Enfeite a nossa festa de oração… Essa magia é sempre uma emoção… O Natal vem vindo… Vem vindo o Natal… O Natal vem vindo… Vem vindo o Natal… Sempre Coca-Cola… No Natal abra seu coração."


E vocês, se lembram de mais algum?? Ficaram com saudade? Ouçam estes e muitos outros no site: Clube do Jingle


terça-feira, 25 de novembro de 2008

4 - Nostalgiando








"Nostalgiando" chegando para trazer mais saudade!! Hoje apresento mais alguns brinquedos que marcaram minha infancia, e a de muitos outros!!!




Segundo meu pais, foi o primeiro brinquedo que ganhei quando comecei a engatinhar. Ficava maluco engatinhando atrás do fusca até que ele batia em algo e começava a correr atras de mim, aí eu chorava :p




Queria construir minha casa assim como eu construia castelos com esse brinquedo. Pedaços de madeira pintados em forma de tijolos, janelas e telhados que você ia empilhando e formando castelos, casas e não muito mais que isso :p





Esse também é demais!! Aparentemente um simples carrinho de friquição, mas para acionar a friquição deste, ao invés de "puxá-lo" para trás, você precisava pressionar a traseira dele em direção as rodas, comprimindo a "suspensão".







Não há muito o que falar sobre este. Simples assim, "bateu, amassou, desamassou"








Ganhei esse quando o meu atari quebrou, eu era viciado em enduro e foi uma grande decepção. Acho que brinquei umas 2 ou 3 vezes com ele e depois abandonei no guarda-roupa, deve estar jogado lá, no mesmo lugar, até hoje!!





(Apenas como observação, eu ainda tenho TODOS esses brinquedos guardados em algum canto na casa de meus pais!!!)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Nostalgiando! Brinquedos








Bem vindos a mais um "Nostalgiando!", hoje, alguns brinquedos que marcaram nossas infâncias! São muitos os brinquedos, então vou começar com os que eu mais gostava (gosto?).



Lançado no começo dos anos 80 no Brasil pela Estrela o Ferrorama, era um dos brinquedos mais completos da época. Com uma locomotiva elétrica, acompanhada de vagões em uma pista que variava de acordo com o modelo. A propaganda dizia: Ferrorama o primeiro trem elétrico automático fabricado no Brasil. O XP 100 foi o primeiro a ser lançado e obviamente era o modelo mais simples. Com uma pista oval trazia dois vagões (o de carvão e o de carga), e a locomotiva com marcha-à-ré. O modelo XP 200 apresentava um vagão a mais, que era o de combustível (amarelo com o símbolo da Shell), além de desvios e desengate automático de vagões. Pouca diferença do modelo XP 300, que apresentava como novidade uma pista um pouco maior que o XP 200.

O XP 400, este com apenas dois vagões, o de carvão e um vagão de passageiros na cor azul com uma faixa branca na lateral. A pista agora conta com rampas e cancela, alem dos desvios.

No modelo XP 500, locomotiva muito maior e mais invocada, com apenas um vagão de passageiros, a pista com um novo circuito tinha como grande novidade uma ponte. Mas sem sombra de dúvida o modelo mais completo desta serie era o XP 600, lançado um pouco depois. Uma nova locomotiva na cor vermelha com faróis que acendiam e duas velocidades, com um vagão de passageiros também na cor vermelha.

A pista apresentava vários pilares, com 25 curvas, três desvios e varias retas além de cancela e ponte (e TENHO esse!!). Mais duas séries foram lançadas pela Estrela. Os modelos XP 1100, XP 1200, XP 1300, XP1400 e XP 1500, que tinham poucas diferenças dos modelos anteriores. A principal novidade estava na locomotiva, agora com faróis e o som da Maria-fumaça.

A ultima série batizada de SL trazia os seguintes modelos: SL-2000, SL-3000, SL-4000, SL-5000 e SL-5000 “Beto Carreiro”, com traçados bem diferentes dos anteriores, pois tinham desvios duplos, cruzamento em X, casinha de som, vagão com containeres, e também um modelo com duas locomotivas (bem mais coloridas, assim como os vagões). Hoje em dia muitas são as pessoas (na maioria marmanjos com mais de 30 anos..rs) que colecionam o Ferrorama, para satisfazer um sonho de infância, ou simplesmente para trazer boas lembranças.




O Banco imobiliário (Monopólio) foi criado nos Estados Unidos em 1932 por Charles Darrow e ficou famoso no mundo inteiro, com várias versões, até em Russo.

É um jogo de tabuleiro onde o objetivo básico é a dominação, ou seja, quem fica rico, ganha. Construir hotéis em lugares caros, como Av. Paulista, Av. Atlântica, Morumbi, Ipanema, para ter maior rentabilidade no aluguel dessas propriedades era o objetivo principal. Ou terrenos também, pois para quem parasse em algum desses pontos teria que desembolsar muito dinheiro.

Aquele que detém os terrenos possui direitos ou privilégios exclusivos para com a sua propriedade. Ele pode fazer o que quiser e cobrar o quanto achar devido pelo aluguel de uso das suas casas ou hotéis e quando o adversário não possuía mais dinheiro para pagar as suas dívidas de aluguel, tinha sempre a proposta de troca da dívida por alguns dos terrenos. O "endividado" gostava da idéia; não saía do jogo e acabava vendendo seus terrenos por um preço bem maior do que pagara. O que ele não notava é que entrava em um círculo vicioso: no final ficaria sem dinheiro e também sem nenhum terreno.

No Banco Imobiliário, só um ganha. Tem que usar inteligência e estratégia para poder dominar o tabuleiro.

Eu também tenho esse, a 1ª versão lançada no brasil, que era do meu pai!! Joguei com minha família no fim de semana!!



Um dos brinquedos de maior sucesso entre a garotada na década de 80 teve sua origem um pouco atrás na linha do tempo: idealizado pela indústria de metais e sintéticos alemã Geobra Brandstätter em meados da década de 70, o Playmobil foi uma empreitada audaciosa por parte de Horst Brandstätter em resposta à crise do petróleo e o boom da indústria de mão-de-obra barata: disposto a enfrentar os "dias sombrios" que se aproximavam, eis que o presidente da companhia teve a brilhante idéia de lançar no mercado uma linha de bonequinhos ambientados em diferentes situações, criando uma espécie de "mundo em miniatura".

Após observar uma série de desenhos feitos pelas criancinhas – que geralmente retratam pessoas com a cabeça maior que o corpo, apresentando uma expressão facial extremamente simples, com dois grandes círculos pretos para os olhos e um semicírculo traçado para a boca – e tomá-los como base de inspiração para o design dos personagens, a Horst lança o Playmobil em 1974. Foi um sucesso estrondoso.

Ampliando os temas e introduzindo diversas inovações com o passar do tempo, o brinquedo virou febre entre as crianças da Alemanha e passou a fazer parte da infância de muita gente em outros países: com o tempo, os bonequinhos passaram a mexer não só os braços e as pernas, mas também as mãos e os pés. Novos temas, como a Arca de Noé (sucesso de vendas na Alemanha no Natal de 2003), o Espaço Sideral, a Fórmula 1 (um clássico com o qual muita gente brincou nos anos 80, sem dúvida!), passaram a ser explorados. No Brasil, o exército de bonequinhos foi trazido em 1976 através da indústria de brinquedos Trol, do então ministro da economia Dílson Domingos Funaro.

Com o fechamento da Trol em 91, a Estrela passou a produzir os bonequinhos até 99, quando misteriosamente sumiram das prateleiras brasileiras, deixando toda uma geração saudosista dos bonequinhos que reproduziam em suas brincadeiras tanto a vida real quanto suas fantasias e sonhos. Muitos até se negam a se desfazer do seu Playmobil mesmo depois de adultos, tamanha a paixão!

Embora o Playmobil tenha sido um tanto quanto esquecido pelas crianças de hoje em terras tupiniquins, no exterior (principalmente na Europa) ainda é um somo de consumo entre a garotada: além de já terem entrado no mundo dos videogames e jogos virtuais, os bonecos também podem ser encontrados em verdadeiras terras de sonho para os amantes do brinquedo, os chamados Playmobil Funparks, onde pode-se ver um pavilhão montado com uma vasta oferta de brinquedos Playmobil para as crianças brincarem à vontade. Há parques em Paris, Orlando, Malta, Atenas e Zindorf (cidade onde se encontra a matriz da fábrica), sendo o último o mais incrementado de todos, com áreas temáticas e bonecos de até 1,60m de altura para crianças de todas as idades brincarem e sonharem.

Não sei onde foram parar os meus!! :(


Mais em: http://www.playmobil.com